Bruno tem nove anos e não sabe
nada sobre o Holocausto.Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua
família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi
obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma
região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Em uma de suas
andanças Bruno conhece Samuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente
nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno
vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai.
O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e
sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível
e inimaginável.
Em um relato
pessoal e tocante, Janina Bauman nos revela as experiências e emoções de uma
adolescente de família próspera que sofreu os horrores de ser judia numa terra
controlada pelos nazistas. Quando Hitler invadiu a Polônia em 1939, Janina
tinha 14 anos. Nos seis anos seguintes ela enfrentou a luta pela vida e os
dilemas da adolescência, o medo e a perda da inocência, a fome e as primeiras
emoções do amor.
A partir de seus diários da época — escondidos durante a
guerra e reencontrados intactos após o conflito —, a autora retorna a esses
duros anos, apresentando-nos sua família, as amizades surgidas do infortúnio, a
fuga do gueto de Varsóvia, a vida em esconderijos. Uma história
extraordinária de sobrevivência, coragem e paixão pela vida.
Entre
1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu
suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada,
decidisse nos contar sua história. Desde o
início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade
desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do
sentido da sua existência. Quem está
ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger
teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia
todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem
que valer a pena.
O Diário de Anne Frank foi composto pela então adolescente Anne Frank, no
período que se estende de 1942 a 1º de agosto de 1944. Este poderia ser um
diário escrito por qualquer garota de 13 anos, nos tempos atuais, com todas as
inquietudes e preocupações de uma jovem, se ela não estivesse vivendo justamente
em um dos contextos mais difíceis da história da Humanidade, a Segunda Guerra
Mundial.
Ela tinha apenas 13 anos e, de repente, viu sua existência sofrer uma transformação radical. Subitamente Anne estava vivendo com sua família e outros judeus, companheiros da mesma sina, ocultos em Amsterdam, na Holanda, na época em que este país foi invadido pelos nazistas alemães.
Ela tinha apenas 13 anos e, de repente, viu sua existência sofrer uma transformação radical. Subitamente Anne estava vivendo com sua família e outros judeus, companheiros da mesma sina, ocultos em Amsterdam, na Holanda, na época em que este país foi invadido pelos nazistas alemães.
(Todos os livros podem ser encontrados na biblioteca de nossa escola, exceto O Diário de Anne Frank. Vários exemplares do mesmo estão sendo adquiridos, porém ainda não estão disponíveis.)




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